O RAMO ESCOTEIRO

A Fase da Aventura

 
 

TROPA PÉGASO

 

  
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NOSSO GRITO

 

Guardiões é o que somos,

voar alto é o que queremos.

Nossa tropa, sempre avante.

Sempre unidos nós seremos!

 

Força e coragem,

amizade e união.

Sempre juntos a lutar

e cumprir nossa missão

 

Sou Pégaso!

Brasil!

SEMPRE ALERTA!

 
 
 
  
            
        Uma Tropa Escoteira é composta por jovens de 11 a 14 anos, divididos em pequenos grupos, denominados patrulhas.
Cada patrulha defende suas cores e tradições, construindo assim uma história de conquistas que é transmitida com orgulho pelos seus integrantes, conforme novos jovens passam a fazer parte da patrulha e os mais velhos partem para novos desafios, tornando-se seniores e guias.

            A patrulha possui um líder, o monitor, que é aquele escolhido pelos próprios membros da patrulhas para ser o seu representante. Aspectos como conhecimento, liderança, responsabilidade e determinação são levadas em consideração na hora da escolha do monitor. Os monitores de todas as patrulhas têm o direito de participar, juntamente com a chefia atuando como conselheiros, da Corte de Honra, órgão decisório da Tropa Escoteira, que através de reuniões periódicas define regras, programa e avalia atividades, ou seja, toma todas as decisões pertinentes à Tropa Escoteira.

            As atividades da tropa, sempre diferentes e divertidas para estimular a participação dos jovens, são desenvolvidas visando às áreas de desenvolvimento do escotismo (físico, afetivo, caráter, espiritual, intelectual e social) e os objetivos educacionais próprios de cada faixa etária. No ramo escoteiro esses objetivos se dividem em objetivos da pré-puberdade (11 a 12 anos) e objetivos da puberdade (13 a 14 anos).

            Existe todo um acompanhamento junto a cada jovem, no qual sua progressão dentro desses objetivos é avaliada pelos escotistas, monitores, pais, etc. Nas atividades, que podem ser realizadas dentro ou fora da sede, os jovens através de jogos, palestras, discussões, apresentações, caminhadas, visitas a outros grupos, por exemplo, aprendem a trabalhar em equipe, além de compreenderem a importância do respeito, da responsabilidade, da confiança, da amizade, e de outros aspectos tão importante para a formação dos jovens. Além dessas atividades regulares, existem os acampamentos, nos quais os jovens conseguem aplicar tudo que aprenderam e treinaram em sede de forma plena, ao ar livre, compartilhando e reforçando o espírito escoteiro que os une.

ATIVIDADES

As atividades do Ramo Escoteiro são verdadeiras aventuras! Acampamentos em locais fantásticos, jornadas por caminhos difíceis, tudo feito em perfeita harmonia com a natureza e com o devido preparo. É por isto que os escoteiros se reúnem em sede: para estarem Sempre Alertas, bem preparados para suas atividades ao ar livre!

As Tropas de Escoteiros e de Escoteiras empreendem atividades em conjunto, as quais levam em conta as características e necessidades dos jovens de ambos os sexos, cumprindo programação elaborada em conjunto pelas chefias das Tropas participantes.

Os pais ou responsáveis são avisados, se a chefia de qualquer das Tropas participantes não estiver presente à atividade.

 

 

 

A Corte de Honra

A Corte de Honra é o órgão formado pelos Monitores da Tropa, com ou sem a presença dos Submonitores, presidido por um dos Monitores eleito pelos demais. O Chefe de Seção e seus Assistentes participam das reuniões da Corte de Honra, onde atuam apenas como conselheiros.

A Corte de Honra é responsável pela administração interna da Tropa, inclusive aplicação dos fundos provenientes de contribuições pagas pelos membros da Tropa, e pela programação das atividades interpatrulhas. É, principalmente, responsável pela defesa da honra da Tropa, mantendo altos padrões de capacitação técnica, assegurando um nível elevado de disciplina, organização e apresentação e julgando os casos de quebra do compromisso representado pela Promessa Escoteira.

A participação dos Submonitores é especialmente útil naquelas reuniões que abordam temas mais amplos, como a programação anual ou a organização de um grande acampamento. Nos casos de julgamento, são assegurados o comparecimento e o direito de defesa do interessado, só se fazendo em sua ausência se, convocado por escrito por duas vezes, recusar-se a comparecer.

As reuniões da Corte de Honra são todas secretas e nenhum dos participantes pode comentar suas decisões, exceto no que tiver que ser levado ao conhecimento das Patrulhas, pelos respectivos Monitores, ou da Tropa, pelo Chefe ou seus Assistentes. As atas dessas reuniões são lavradas em livro próprio por um dos seus membros, designado escriba, permanecendo o livro sob a guarda do Chefe de Seção.

O Chefe de Seção tem o poder de vetar as decisões da Corte de Honra, mas só o exerce em casos excepcionais que impliquem riscos para a segurança física, para a moral ou violação dos regulamentos escoteiros. Quando da aplicação do veto, a decisão é levada ao conhecimento da Diretoria do Grupo.

 
Conselho de Monitores
 
O Conselho de Monitores é a reunião conjunta das Cortes de Honra das diferentes Tropas do Ramo Escoteiro de um mesmo Grupo, com ou sem a presença dos Submonitores,
para tratar de temas de interesse comum. Também pode ser a reunião das Cortes de Honra de Tropas de Grupos diferentes, para o planejamento de atividades conjuntas. O Conselho é presidido por um Monitor, escolhido no início da reunião, atuando os Escotistas presentes como assessores, se solicitados.
 
 
Conselho de Tropa

O Conselho de Tropa é formado por todos os Escoteiros e se reúne quando é necessário visando sugerir a inclusão de atividades na programação anual, avaliar uma atividade logo após sua realização e emitir opiniões sobre decisões especialmente relevantes para a vida da Tropa. O Conselho apenas sugere e avalia, cabendo as decisões à Corte de Honra. É dirigido pelo Presidente da Corte de Honra. O Chefe de Seção e seus Assistentes atuam como conselheiros e sintetizadores dos assuntos em discussão.

 
Conselho de Patrulha

O Conselho de Patrulha é a reunião formal dos membros da Patrulha, sob a presidência do Monitor, para deliberar sobre assuntos de interesse da Patrulha, inclusive suas atividades, admissão de novos membros, problemas de administração, treinamento e disciplina. As atas de suas reuniões são lavradas no Livro da Patrulha.

 

Encargos na Patrulha

Para o sucesso de suas atividades e, ao mesmo tempo, para assegurar a todos o desenvolvimento da capacidade de liderança, o Monitor e o Submonitor atribuem responsabilidades aos integrantes da Patrulha, a eles confiando encargos, mediante um sistema de rodízio, tais como:
 
Na Sede:
  1. Almoxarife - encarregado da guarda e da conservação do material da Patrulha;
  2. Secretário - encarregado da escrituração e dos arquivos;
  3. Tesoureiro - encarregado da arrecadação de fundos e das compras;
  4. Administrador - encarregado da organização e da manutenção do canto da Patrulha;
  5. Bibliotecário - encarregado dos livros, manuais e demais publicações;
  6. Recreacionista - encarregado de jogos e canções;
  7. Outros - de acordo com as necessidades da Patrulha;
 
Em atividades externas e acampamentos:
  1. Almoxarife - como na Sede;
  2. Intendente - encarregado das compras e da guarda dos gêneros;
  3. Cozinheiro - encarregado da preparação das refeições;
  4. Auxiliar de cozinha - encarregado da lavagem do material de cozinha;
  5. Sanitarista - encarregado da limpeza do campo, fossas, latrinas e incinerador;
  6. Aguadeiro - encarregado de fornecer água para a cozinha;
  7. Enfermeiro - responsável pela caixa de primeiros socorros e sua utilização;
  8. Outros - de acordo com as características e necessidades da atividade.

 

Livro Ata ou Livro da Patrulha

A Patrulha mantém um livro, onde registra as atas do Conselho de Patrulha, a freqüência dos seus membros e todas as atividades realizadas, ilustrando-o com fotos, desenhos e outras anotações. Possui, ainda, um livro-caixa simples e outros livros e fichas.

 

A PROMESSA
 
A Promessa é um compromisso voluntário
 
A promessa é um compromisso voluntário de cumprir a Lei Escoteira, feito diante de si mesmo, dos demais e de Deus. As palavras em que ela se expressa e seus conceitos são bem simples, e externam o compromisso de uma forma muito próxima daquela que naturalmente seria escolhida por um jovem:
 
Prometo pela minha honra
 
fazer o melhor possível para:
 
Cumprir meus deveres para com Deus e minha Pátria;
 
Ajudar o próximo em toda e em qualquer ocasião; e
 
Obedecer à Lei Escoteira
 
 
 
 
 
O LEMA ESCOTEIRO

Sempre Alerta

 
 
 

AS LEIS DO ESCOTEIRO

I. O Escoteiro tem uma só palavra; sua honra vale mais do que a própria vida.

II. O Escoteiro é leal.

             III. O Escoteiro está sempre alerta para ajudar o próximo e pratica diariamente uma boa ação.

IV. O Escoteiro é amigo de todos e irmão dos demais Escoteiros.

V. O Escoteiro é cortês.

VI. O Escoteiro é bom para o animais e as plantas.

VII. O Escoteiro é obediente e disciplinado.

VIII. O Escoteiro é alegre e sorri nas dificuldades

IX. O Escoteiro é econômico e respeita o bem alheio.

X. O Escoteiro é limpo de corpo e alma.

  
PELA ORAÇÃO,
O ESCOTEIRO PEDE
FORÇAS PARA CUMPRIR
SEU COMPROMISSO

  Qualquer que seja sua confissão religiosa, os escoteiros de
vários países adotaram como própria esta oração formosa e singela:
 
Senhor
ensina-nos a ser generosos,
a servir-Te como mereces,
a dar sem medida,
a combater sem medo que nos firam,
a trabalhar sem descanso
e não buscar outra recompensa
que a de saber que fazemos a Tua vontade.
 
Suas palavras denotam uma entrega total ao conceito do amor, que atravessa todas as propostas da Lei e da Promessa
e que pede a Deus a força necessária para cumprir o prometido.
 
 
 
 
 
 

PROGRESSÃO PESSOAL RAMO ESCOTEIRO

A Progressão Pessoal é a conquista progressiva dos objetivos educativos pelos escoteiros. Progressão Pessoal é sinônimo de crescimento, evolução, desenvolvimento pessoal. As etapas de progressão têm por finalidade motivar, pelo reconhecimento, o avanço dos jovens na conquista de seus objetivos pessoais e se identificam por um distintivo usado na manga esquerda do uniforme ou traje escoteiro.

O Método Escoteiro propõe o desenvolvimento da personalidade em todos os seus aspectos. Quando surge a puberdade, os jovens iniciam um longo caminho em busca de seu projeto de vida, que só consolidarão depois de terminada a adolescência. Para chegar até ele, terão que passar pouco a pouco da dependência infantil à autonomia adulta, formar sua imagem de si mesmos e construir sua própria identidade.

Essas tarefas não dependem, apenas, de sua história pessoal e familiar, de suas condições individuais e das circunstâncias de sua vida, mas também dos valores pelos quais fazem sua opção. Por isso o Movimento Escoteiro lhes apresenta um conjunto de ofertas relevantes que submete a sua livre escolha.

Uma delas, provavelmente a mais relevante de todas, é a proposta contida na Lei Escoteira, que reúne os valores essenciais do projeto educativo do Escotismo.

Outra oferta, não menos significativa do que a anterior, é o convite ao jovem para que desenvolva de forma equilibrada todas as dimensões de sua personalidade. É um convite para explorar as riquezas de suas possibilidades e para ser um homem ou uma mulher no sentido pleno.

Para alcançar esse propósito, distinguimos as áreas de desenvolvimento que consideram a variedade de expressões da pessoa e a ordenam com base na estrutura da personalidade:
 
O desenvolvimento FÍSICO
O desenvolvimento INTELECTUAL
O desenvolvimento do CARÁTER
O desenvolvimento AFETIVO
O desenvolvimento SOCIAL
O desenvolvimento ESPIRITUAL
 
 
 
 
ETAPAS DE PROGRESSÃO DO RAMO ESCOTEIRO
 
 
 
 
PISTAS - Deve ser entregue quando o jovem começa a trabalhar com os objetivos pessoais correspondentes ao período dos 11 aos 13 anos, segundo a idade de ingresso e dependendo do número de objetivos que tenha conquistado antes do ingresso, como se depreende do que estabelece para a etapa seguinte.
 
 
 
TRILHA - Deve ser entregue quando o jovem conquistou aproximadamente a metade dos objetivos para a faixa que vai dos 11 aos 13 anos. Isto pode ocorrer antes de seu ingresso - e, neste caso, sua progressão já se inicia nesta etapa - ou depois de algum tempo de permanência na Tropa, conquistando objetivos na etapa anterior.
 
 
RUMO - Deve ser entregue depois que o jovem tenha alcançado a quase totalidade dos objetivos pessoais para a faixa dos 11 aos 13 anos. Isto pode ocorrer antes de seu ingresso - e, nesse caso, a progressão se inicia nesta etapa - ou depois de algum tempo de permanência na Tropa, conquistando objetivos na etapa anterior.
 
 
TRAVESSIA - Entregue no momento em que o jovem conquistou com êxito aproximadamente a metade dos objetivos pessoais para a faixa dos 13 aos 15 anos. Embora não seja muito frequente que, no momento do ingresso, os jovens comecem sua progressão nesta etapa, isso poderia acontecer se, durante o período introdutório e atendendo a sua idade e a seu nível de desenvolvimento, se entende que o jovem já alcançou o número de objetivos antes mencionado.
 
 
 

DISTINTIVOS ESPECIAIS - REGRA 157 P.O.R.

 

 
CORDÃO VERDE E AMARELO

Concedido pela Diretoria do Nível Local a que se encontra vinculado o jovem, por proposta dos escotistas da Seção, ao Escoteiro especialmente recomendado pela Corte de Honra de sua Tropa que possuir, no mínimo, 6 (seis) Especialidades, em pelo menos três Ramos de Conhecimento, dentre as quais sendo obrigatória a de Primeiros Socorros, pelo menos no Nível 2. O distintivo a ser usado, até o jovem conquistar o cordão de eficiência vermelho e branco ou deixar o Ramo Escoteiro, pode ser um dos seguintes:

a) Um trançado com fio verde e outro amarelo, posto em volta do ombro direito com a ponta presa por baixo da portinhola do bolso direito da camisa; ou

b) Um retângulo de tecido branco, com 9,5 cm de comprimento e 2,5cm de altura, sobre o qual está bordado, a 0,3 cm de suas extremidades, direita e esquerda, um retângulo debruado em verde bandeira; tocando seus extremos, duas listras horizontais, uma verde e outra amarela. O distintivo deve ser fixado à portinhola do bolso direito da camisa, em posição centralizada.

 

 

CORDÃO VERMELHO E BRANCO

Concedido pela Diretoria do Nível Local a que se encontra vinculado o jovem, por proposta dos Escotistas da Seção, ao escoteiro portador do Cordão de Eficiência Verde e Amarelo e especialmente recomendado pela Corte de Honra de sua Tropa que possuir, no mínimo, 12 (doze) Especialidades, em pelo menos quatro Ramos de Conhecimento, dentre as quais sendo obrigatórias as de Cozinheiro e Acampador, pelo menos no Nível 2. O distintivo, a ser usado em substituição ao do Cordão de Eficiência Verde e Amarelo e até o jovem conquistar o Distintivo Lis de Ouro ou deixar o Ramo Escoteiro, pode ser um dos seguintes:

a) Um trançado com um fio vermelho e outro branco, posto em volta do ombro direito com a ponta presa por baixo da portinhola do bolso direito da camisa; ou

b) Um retângulo de tecido branco, com 9,5 cm de comprimento e 2,5 cm de altura, sobre o qual está bordado, a 0,3 cm de suas extremidades, direita e esquerda, um retângulo debruado em verde bandeira; tocando seus extremos, duas listras horizontais, uma vermelha e a outra branca. O distintivo deve ser fixado à portinhola do bolso direito de sua camisa, em posição centralizada.

 

LIS DE OURO

        Aprovado pela Diretoria do Nível Local, homologado pela Diretoria Regional e certificado pela Diretoria Executiva Nacional, ao escoteiro especialmente recomendado pelos escotistas e pela Corte de Honra de sua Tropa; portador do Cordão de Eficiência Vermelho e Branco; que possuir a Insígnia Mundial de Conservacionismo, em qualquer de suas Etapas; que possuir, entre as Especialidades conquistadas, um mínimo de 3 (três) do Ramo de Conhecimentos SERVIÇOS, pelo menos no Nível 2; e participar de um PROJETO, sozinho ou com sua patrulha, nas seguintes condições:

· cujo conteúdo seja resultado de uma necessidade apresentada por sua comunidade próxima (Tropa, Grupo, Bairro, etc.);

· que seja desenvolvido seguindo todas as etapas de diagnóstico, organização, execução e avaliação; com acompanhamento de um adulto aprovado pela Chefia de Tropa;

· cuja execução ocupe um período mínimo de 3 meses de duração;

· que seja aprovado pela Corte de Honra de sua Tropa,

· cujo conteúdo esteja relacionado a uma das áreas seguintes: Ciência e Tecnologia, Saúde e Meio Ambiente, Cultura e Artes, e Paz e Compreensão; e

· que seja apresentado relatório final com todos os dados e resultados do projeto.

É um distintivo em forma de elipse, com eixos horizontal e vertical medindo, respectivamente, 5 cm e 6 cm, debruada em ouro, bordado sobre tecido azul; o interior da elipse é ocupado pelo emblema da UEB, também bordado em ouro sobre fundo azul, usado na manga esquerda da camisa. Este distintivo pode ser usado até o jovem conquistar o distintivo Escoteiro da Pátria ou, caso isto não aconteça, até sua saída do Ramo Sênior.

 
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Nilson Paiva,
27 de jul de 2009 19:17
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Angelo Ernesto,
9 de jun de 2009 22:12